domingo, 3 de fevereiro de 2013

Moreira Campos por Alberto Campos

(Alberto Campos, neto de Moreira Campos)

Saudade de meu avô. Quando eu já morava em Recife e ia passar férias em Fortaleza, ficava na casa dele. No inesquecível fusquinha verde dele, ele colou um adesivo de uma coruja que dei quando eu tinha 8 anos de idade (em 1978). Essa corujinha ficou colada no painel do fusca até a morte dele (maio de 1994).

Com o tempo, as pontas do adesivo descolavam e ele passava nova cola para fixá-la novamente. A corujinha nem era bonita, mas o carinho dele em manter ela colada em um lugar de destaque no carro me fazia me sentir um neto amado.

Carinho especial, nas conversas e em todas as suas atitudes. Um grande avô que me serviu imensamente como um grande exemplo de pai. Tive sorte de ser seu neto, e mais ainda de ter tido tantas conversas particulares com ele. Ele era tão maravilhoso, que ele tinha paciência de conversar comigo de igual pra igual durante horas, mesmo quando eu era apenas uma criança que mal sabia ler.

Tenho muita saudade de toda minha família de Fortaleza, especialmente dos que já se foram: Vovô Zé Maria, Vovó Zezé, Tia Natércia e Zé Thomé.

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